terça-feira, 3 de junho de 2008

Poema 63


Sobre o Azul
ma è proprio colpa tua
se provo un brivido blu
Tua voz.
Cor de impossível mar.
Arrepio azul.

Não navego.

Mergulho.

(até ficar sem ar)
(por Filipe C.)

9 comentários:

marcela disse...

tão delicado...
lindo!

passa a entrar no grupo dos preferidos!

Anônimo disse...

Não sabia da existência deste blog. Teus poemas parecem muito com quem você aparenta ser... São muito lindos! Parabéns!

Livia disse...

Adoro esses poemas menores...
Parabéns!

Rebecca disse...

Que lindo esse poema, Coutinho!
Essa sua voz rouquinha é perfeita pra esse poema! hahahaha
O seu amigo vai morrer de ciúmes se ler isso! Lelê, eu te amo! Não tô dando mole pro couto não!!! hahaha
Beijos!

Anônimo disse...

"Foi um arrepio azul
impregnado de perfume
um desejo silencioso
imutável completo

Foi o mar
meu amor.
Foi o mar.
"

(Neide A.)

Trovador Solitário disse...

Belos versos!

Caramba Felipão!
Tava lendo "Sobre o Vento" e me surpreendi com os versos. Definiu exatamente o que eu queria expressar.Muito bom!

Abçs!

Fabí disse...

Que belo...
E mais lindo ainda... Simplesmente...
Pois dele já pude ouvir recado tão singelo
Recentemente.

(Lembra-te? Meticulosos ósculos, tablados e coisas lindas...)

E por conversas outras, tristes, ou alegres (?!)...
Ainda deixaste-me a fronte ontem em água corrente.

vitor disse...

como vc diria: tá de sacanagem esse poema... fodão.

epichinine disse...

Poema profundamente azul.
Parabéns!
Eliana Pichinine